Restauração Capilar

Restaurção Capilar

O processo de restauração capilar tem proporcionado uma redistribuição dos cabelos perdidos da forma mais natural. Hoje já é possível por meio de técnicas avançadas obter um aspecto natural através da cirurgia, afastando o estigma do efeito “cabelo de boneca” existente no passado.

Restaurção Capilar

Sabe-se que as primeiras cirurgias surgiram no oriente nas décadas de 30 e 40. Porém um médico americano, chamado Norman Orentreich, publicou nos anos 50, uma técnica rudimentar para o transplante de cabelos. Consistia na retirada de “rodelas” de cabelo, de aproximadamente 4 mm da área doadora , com um instrumento chamado “punch”. Na área calva, estas mesmas “rodelas”eram retiradas e preenchidas pelas que haviam sido retiradas da área doadora. Os cabelos cresciam, é verdade, mas a estética deixava muito a desejar. O próprio Dr. Orentreich evoluiu e nos anos 80, publicou uma nova técnica chamada de “micro-mini-grafting”, que consistia numa combinação de enxertos de até 6 fios e também enxertos com 1 a 3 fios para dar acabamento. Ainda assim, este procedimento ficava muito longe do que é atualmente permitido para satisfazer as necessidades estéticas.

Restaurção Capilar

Nos anos 90, as evoluções continuaram e permitiram a difusão do uso das Unidades Foliculares que consistem em unidades contendo de 1 a 4 fios de cabelo, respeitando a forma como são removidas da área doadora e, dessa forma, redistribuídas na área calva, superando mais um desafio da era moderna: conseguir realizar um procedimento que devolvesse a naturalidade dos cabelos perdidos, com a densidade necessária para cobrir a calvície. Ou seja, as unidades foliculares removidas da área doadora que tivessem apenas 1 folículo (pelo) poderiam ficar mais à frente, mais próxima à testa. As outras unidades foliculares, que tivessem mais de 2 fios, ficariam mais atrás, devolvendo a tão sonhada densidade.

A consulta tem como objetivo principal conhecer a sua história clínica, avaliar as possíveis causas da queda de cabelo, classificar a calvície instalada, a provável evolução, analisar os exames complementares (sangue e imagens), examinar minuciosamente o seu couro cabeludo e finalmente traçar a melhor estratégia de tratamento para o seu caso, que pode ser clínico (medicamentos de uso oral e tópico), cirúrgico ou ambos.

Na Clínica Fernando Basto, você passa inicialmente por um processo educativo a respeito do tratamento clínico e das técnicas cirúrgicas que poderão ser empregadas no transplante capilar. A finalidade dessas informações é orientá-lo e esclarecê-lo quanto as possíveis dúvidas, tornando suas expectativas mais realísticas. Na Clínica, você assiste a vídeos explicativos em animação gráfica e passa a compreender melhor o processo da calvície e as alternativas de tratamento passo a passo. Acompanha em tempo real, uma análise microscópica do próprio couro cabeludo e submete-se a sessão de fotos.

Na etapa seguinte, você é apresentado ao Dr. Fernando Basto no salão principal de consultas, ocasião em que é minuciosamente examinado e estudado pelo doutor. É discutido o tratamento ideal para o caso e suas alternativas, levando-se em consideração o tipo de calvície, provável evolução, relação área doadora versus área receptora, idade, histórico familiar, anatomia da face, etc. Após consolidar todos os dados, é apresentado a você a melhor estratégia de tratamento.

Se for indicado o tratamento cirúrgico para o seu caso, delimita-se as áreas que serão enxertadas, as que serão priorizadas e o melhor desenho para a linha de frente (a primeira linha a receber os transplantes), utilizando a técnica da Linha Anterior Irregular do Dr. Fernando Basto.

O desenho da linha anterior é muito importante, uma vez que os cabelos enxertados nessa linha vão emoldurar o novo contorno facial. Não é segredo que o genoma está por trás de traços como o formato do rosto, a cor dos olhos, o tamanho do nariz, tipo de cabelo ou evolução da calvície. Cada indivíduo possui característica genética própria, e portanto, o design da linha anterior do cabelo deve ser idealizado de forma individual. Nunca desenhá-la muito baixa, principalmente naqueles pacientes que ainda possuem cabelo no topo da cabeça e coroa. Esses pacientes poderão evoluir para calvícies extensas tipo VI a VII na escala de HAMILTON/NORWOOD e não terem raízes suficientes para o preenchimento da futura área calva. Economizar nas cirurgias do jovem e deixar pequenas entradas, são condutas inteligentes e que conservam a área doadora para ser utilizada no futuro, se necessário.

Os recessos temporais com apagamento do pico temporal, devem ser levados em consideração, principalmente se você possuir uma boa área doadora.

Transplante Capilar

Tratamento clínico

Diversos tratamentos clínicos já foram propostos para tentar solucionar ou retardar a AAG (Alopecia Androgenética ou Calvície ), porém apenas dois tratamentos são atualmente aceitos e aprovados pelo FDA (Food and Drug Administration, entidade governamental dos Estados Unidos, responsável pela análise e aprovação de uso de medicamentos): o uso tópico do Minoxidil e o uso oral de Finasteride.

O principal objetivo da terapia farmacológica é reverter e/ou estabilizar o processo de miniaturização dos folículos pilosos. Em termos hormonais, consiste em diminuir a atividade androgênica nos folículos capilares.

O tratamento clínico da região doadora antes da realização do procedimento cirúrgico é especialmente vantajoso, pois reverte a evolução dos folículos da fase telógena para a anágena, tornando mais fácil a visualização dos pêlos, que ganham densidade, e aumentando o número de unidades foliculares disponíveis na área doadora.

minoxidil

O minoxidil é um modificador biológico que age revertendo o processo de miniaturização do pêlo na AAG ao normalizar o ciclo do folículo, prolongando a fase anágena ou de crescimento. Seu agente ativo, substância responsável pela estimulação do folículo piloso, é o sulfato de minoxidil (SM).

Este medicamento estimula os folículos em fase de miniaturização, ou seja, folículos de pequeno diâmetro, curtos (entre 0.5 e 2 cm) e hipopigmentados. Além de estimular a vascularização do couro cabeludo permitindo uma melhor oxigenação da região, o minoxidil estimula a multiplicação das células da matrix (raiz do pêlo).

A solução de minoxidil é geralmente encontrada na concentração 2% a 5%. Um estudo recente controlado com placebo comparou as respostas terapêuticas de 352 homens com idade média de 36 anos, portadores de AAG grau III-V, a essas duas concentrações de solução de minoxidil. O crescimento do pêlo no grupo dos 5% foi mais rápido e mais forte.

Em outro trabalho, também controlado com placebo, foram avaliados os cabelos cortados da região frontoparietal em homens com AAG. Durante os dois anos de estudo, foram comparadas as respostas do placebo com o minoxidil 2% e 5%. Após 42 semanas a variação média no peso dos cabelos foi de 5%, 24% e 29%, respectivamente. Com 96 semanas, 14%, 15% e 19%. A diferença entre o grupo tratado e o que recebeu placebo se manteve constante em 34% para o minoxidil a 5% e 29% para o minoxidil a 2%. O maior aumento nos cabelos foi observado nas 20 primeiras semanas de tratamento.

Após esses estudos, padronizou-se o uso do minoxidil 5% para todos os pacientes duas vezes ao dia. Recomenda-se passar 1ml do produto em cada aplicação. É importante salientar que o produto deve ser passado no couro cabeludo, e não nos fios. Ele deve ser absorvido pelos poros para agir na raiz dos cabelos. O minoxidil não tem ação na haste dos fios.

Para se obter o efeito desejado, deve-se deixar a medicação agindo por pelo menos 4 horas. Por isso seu uso é indicado à noite e pela manhã, após o banho.

Mulheres com AAG padrão feminino também podem ser tratadas com minoxidil, mas respondem melhor ao minoxidil 5% do que ao 2%. Em 7% destas mulheres pode ocorrer hipertricose facial, ou seja, crescimento de pêlos mais grossos nesta região.

É mais comum naquelas que já tinham uma certa quantidade de pêlos faciais, idade acima dos 50 anos ou com algum problema hormonal presente. Este problema é totalmente reversível. Primeiramente tenta-se a diminuição da concentração para 2%, e se com alguns meses de tentativa não ocorrer a diminuição destes pêlos, interrompe-se o uso da droga. Não se recomenda o uso em gestantes ou período de amamentação.

Os primeiros resultados do uso do minoxidil podem ser observados após aproximadamente 4 a 6 meses, sendo evidentes com 01 ano de tratamento. Observa-se primeiramente uma redução na queda capilar, depois o processo de miniturazição se estabiliza, e por fim há um aumento do volume dos fios. Alguns pacientes podem ter uma queda capilar temporária nas primeiras semanas do tratamento. Isto ocorre por que a droga induz um eflúvio telógeno ( queda dos fios da fase telógena - queda ) para depois estimular o crescimento dos mesmos.

Seus efeitos colaterais são mínimos, mas podem ocorrer “irritações” no couro cabeludo (ressecamento, prurido e eritema) que tendem a desaparecer com a interrupção da droga ou após algum tempo de uso. Quanto mais precoce o diagnóstico e o início do tratamento, melhores os resultados, pois qualquer tratamento não cirúrgico para queda dos cabelos, vai agir nos folículos "vivos". Aquele folículo que já "morreu" não se recupera mais. Nenhum agente medicamentoso faz crescer cabelos em uma área totalmente glabra. Só o transplante de cabelos consegue preencher este espaço vazio, retirando folículos da área doadora e recolocando-os na área calva.

É muito importante que você saiba que o tratamento deve ser contínuo. Uma vez interrompida a medicação, a calvície volta ao estado anterior ao tratamento em aproximadamente 4 a 6 meses.

Finasterida

O finasteride é um modificador hormonal que atua como bloqueador androgênico. É o primeiro inibidor seletivo da enzima 5-alfa-redutase tipo II, que faz a conversão periférica da T (testosterona) em DHT (dihidrotestosterona). Esta é responsável pelo processo de miniaturização do fio, enfraquecimento e atrofia da raiz, com o aparecimento da calvície.

Seu emprego no sexo masculino teve início em 1986, quando foi desenvolvido para tratar indivíduos com hiperplasia prostática benigna (HPB) na concentração de 5mg. O uso no tratamento da AAG foi aprovado pelo FDA em 1997.

Um estudo inicial testou o uso do finasteride em pacientes portadores de AAG que apresentam grande atividade da enzima 5-alfa-redutase e níveis elevados de DHT. Após tratamento por via oral, mais de 65% dos pacientes mostraram significativa redução da DHT no couro cabeludo.

Em 1998, três trabalhos multicêntricos, todos controlados com placebo, estudaram 1879 homens com AAG de leve a moderada que receberam 1mg de finasteride por via oral ou placebo. 48% dos homens tratados com finasteride apresentaram crescimento dos cabelos após um ano de tratamento, em oposição aos 7% do grupo do placebo.

A incidência de efeitos colaterais foi semelhante no grupo de estudo que tomou placebo e finasteride. 3,8% dos pacientes tratados com finasteride apresentaram distúrbios sexuais, como diminuição da libido, distúrbios de ejaculação e disfunção erétil, contra 2,1% dos que receberam placebo. É importante salientar que o finasteride não gera impotência. E uma vez interrompida a medicação, os possíveis efeitos colaterais desaparecem.

O finasteride é usado para preservar os fios que ainda não caíram. Ele não faz surgir novos fios em área já calva. Seu efeito só se mantém durante o uso da medicação. Uma vez interrompido, o processo da calvície recomeça. Ele não acelera a queda de fios quando interrompido.

Indica-se o uso a partir dos 18 anos de idade, sempre com orientação médica. Uma vez iniciado tratamento, recomenda-se que o paciente faça acompanhamento médico a cada 6 meses nos 2 primeiros anos, e depois 1 vez ao ano, enquanto estiver usando a medicação. Exames de sangue, dosando hormônios e função hepática, devem ser solicitados anualmente.

O efeito máximo da medicação ocorre com 2 anos de tratamento. Caso o paciente ainda queira mais volume de cabelos, indica-se a associação com a cirurgia de transplante capilar.

A associação do Finasteride com a loção de minoxidil traz resultados mais eficazes do que o finasteride isolado. A associação com shampoos à base de zinco e vitaminas ajudarão a fortalecer os cabelos.

laser

Nos últimos 30 anos o laser de baixa potência vem sendo usado para o tratamento de feridas de difícil cicatrização. Observou-se, nestes pacientes, o crescimento de pêlos mais grossos e compridos no local de aplicação do laser. Desde então, iniciaram-se pesquisas usando o laser para o tratamento da calvície. Os primeiros trabalhos publicados na área capilar datam de 2001, com resultados significativos.

DEFINIÇÃO

O laser de baixa potência, recebe este nome por atingir a potência de 1 a 500 miliwatts(mw), ao contrário dos lasers de alta potência que atingem 3000 a 10.000mw. Também é chamado de Laser Frio, pois não gera aquecimento dos tecidos, não provocando qualquer tipo de dano térmico no local aplicado. Pela baixa potência, não apresenta efeito carcinogênico ou ionizante.

MECANISMO DE AÇÃO

O mecanismo de ação dos lasers de baixa potência é o de FOTOBIOESTIMULAÇÃO. A luz do laser penetra no local aplicado, atinge as células, e estimula seu metabolismo (há um aumento da produção de ATP pelas mitocôndrias). Isto se traduz em melhor aproveitamento dos nutrientes; melhor eliminação de toxinas; aceleração da divisão celular; aceleração do crescimento epitelial com melhor cicatrização; aumento de síntese protéica; redução de inflamação e estimulação do crescimento dos pêlos. O exemplo mais comum de fotobioestimulação é a fotossíntese, quando as plantas utilizam a luz solar para produzirem energia química.

Outro mecanismo de ação dos lasers de baixa potência é a ativação da microcirculação arterial, melhorando o suprimento de sangue e oxigênio para as células. Há também aumento do fluxo de retorno venoso e linfático, resultando na redução de edemas pós inflamatórios.

laser

O iGrow foi aprovado pela FDA (“Food and Drug Administration”, ou Administração de Alimentos e Medicamentos), órgão norte-americano responsável por classificar quaisquer produtos relacionados à saúde/alimentação. A entidade aprovou a utilização do dispositivo em agosto de 2014 para os homens e em dezembro para as mulheres.

e como funciona?

Basicamente, o que o iGrow faz é uma terapia a laser. O aparelho funciona emitindo um baixo feixe de luz que utiliza campos de lasers programados para descarregar uma quantidade determinada de energia e um certo comprimento de onda – tanto lasers frios quanto raios em LED podem ser utilizados.

O paciente deve utilizar o iGrow três a quatro vezes por semana durante 25 minutos. A resposta da terapia é impressionante: foi detectado um aumento de 37% do volume capilar em mulheres após quatro meses, de acordo com um estudo sobre lasers e medicina publicado pela Wiley Periodicals, editora norte-americana que sempre realiza levantamentos relacionados. Os homens, por sua vez, viram um aumento de 35% na contagem de cabelos.

O tratamento da queda dos cabelos com laser de baixa potência é totalmente indolor, não tóxico, não invasivo, sem qualquer tipo de efeito colateral. Já é autorizado pelo FDA e já vem sendo empregado pelas melhores clínicas de tratamento de calvície do mundo. Fazendo o tratamento correto, os pacientes podem ter cabelos mais grossos, com mais volume, com mais brilho e mais saudáveis.

O tratamento a Laser e sua duração deve ser indicado pelo médico especialista. Este também avaliará a necessidade de outras formas de tratamentos complementares, como loções capilares, medicamentos via oral ou cirurgia de transplante de cabelos.

Indicações de uso

  • Redução da progressão das Alopecias Androgenéticas Masculina e feminina em graus iniciais e intermediários, pois o laser vai atuar nas raízes que ainda estão vivas. Infelizmente não há tratamento clínico que reative um folículo que já entrou em estado fibrótico. Em locais onde já não há mais cabelos, a única forma de tratamento é o transplante capilar;
  • O laser de baixa voltagem não é um tratamento para substituir as terapias existentes que já tem comprovação científica e prática de eficácia, como o finasteride e a loção de minoxidil. É mais uma forma de tratamento que fará um efeito sinérgico com as demais;
  • Tratamento de eflúvio telógeno agudo, onde ocorre a queda temporária dos cabelos. Isso acontece em situações como no pós parto, pós cirurgia, pós emagrecimento importante, pós anemia, pós estresse, pós uso de certos medicamentos, pós doenças de tireóide, entre outros;
  • Pós Cirurgia de Transplante Capilar, para acelerar a cicatrização e eliminação das crostas e ajudar no crescimento dos fios transplantados;
  • Como coadjuvante no tratamento da Dermatite seborreica de couro cabeludo, pois a ação anti-inflamatória do laser reduz a oleosidade e o prurido da região tratada.

Fases 01 e 02

FASE 01

Pêlo em fase anágena (crescimento). O laser atua muito bem nesta fase estimulando o metabolismo da raiz e a vascularização.

FASE 02

Pêlo em fase telógena (queda). O Laser atua bem nesta fase, estimulando o crescimento do novo pêlo que está por vir.

Fases 03 e 04

FASE 03

Pêlo miniaturizado (em fase de atrofia). O laser pode recuperar a vitalidade deste tipo de pêlo, fazendo com que ele volte a engrossar parcialmente.

FASE 04

Em regiões que não há mais raiz "viva" o Laser não atua. Não há como reativar uma raíz que já não existe mais.

O transplante capilar

O transplante capilar

Ao contrário do que as pessoas imaginam, os cabelos não saem do couro cabeludo “um a um” e sim em grupos de 1, 2, 3 e mais raramente de 4 fios, denominados unidades foliculares.

Atualmente existem 6 técnicas mais utilizadas para a colheita das unidade foliculares (UFs) na área doadora:

A técnica clássica (FUT)

Esse termo FUT significa Follicular Unit Transplantation em inglês. Em português, Transplante convencional de Unidades Foliculares. A obtenção dessas UF's se faz retirando uma faixa do couro cabeludo situada na nuca e acima das orelhas (áreas doadoras) e por microscopia tridimensional, separa-se cuidadosamente cada unidade.

A técnica fue

O termo FUE significa Follicular Unit Extration em inglês. Em português, Extração de Unidades Foliculares. É uma nova técnica de obtenção dessas unidades da área doadora. Retira-se uma a uma, com o auxílio de um instrumental específico ( punchs manuais, motorizados ou robótico ) e é conhecida como Transplante de Cabelos "sem cicatriz linear" .

Transplante Capilar Combinado

O Transplante Capilar Combinado une as duas técnicas já conhecidas: FUT + FUE (hydrid technique). Com o procedimento, é possível colher uma quantidade maior de unidades foliculares, podendo chegar a mais de 15 mil fios, em uma única cirurgia. Os melhores resultados para casos com calvícies avançadas e complexas.

Técnica da Linha Anterior Irregular (Basto technique)

A Técnica da Linha Anterior Irregular foi um procedimento de transplante capilar criado em 1993, pelo Dr. Fernando Basto. Neste caso, as unidades foliculares são implantadas em linhas irregulares para que o resultado seja mais natural possível e tenha um efeito volumoso.

Transplante Capilar Agrupado (FU + FF groups)

Método desenvolvido pelo Dr. Fernando Basto específico para tratamento da calvície feminina. O procedimento é conhecido pela união de conceitos, experiência e delicadeza em cada extração, permitindo o maior aproveitamento das raízes com volume e densidade.

Transplante Capilar de Fio Longo (Preview long hair)

O procedimento de transplante capilar com os fios longos é uma técnica utilizada para correções nas regiões frontal e temporal. Além disso, o comprimento dos cabelos garante a precisão na real direção que os fios irão crescer. Com este método, é possível refazer áreas como o redemoinho de forma precisa.

A grande diferença entre as duas é a forma de como as Unidades Foliculares são retiradas da região doadora, que compreende a nuca (parte posterior do couro cabeludo) e regiões temporais (áreas que situam-se acima das orelhas de cada lado da cabeça).

Na técnica FUT

Remove-se uma faixa de couro cabeludo que mede aproximadamente 25 a 35 cm de comprimento por 1,5 a 2,0 cm de largura, o que corresponde ao máximo de área doada fornecida pelo paciente, traduzindo-se em mega ou giga-ssessão sessão de um transplante capilar, que corresponde a uma enxertia média de 3 a 5.000 unidades foliculares (UF's), em um procedimento que pode durar em torno de 6 a 8 horas.

Na região doadora, as bordas da ferida resultante são unidas pela técnica da sutura tricofítica, que induz o afloramento dos fios através da cicatriz linear, camuflando ainda mais a visualização desta.

Na técnica FUe

As Unidades Foliculares contendo 1 a 4 fios são removidas da área doadora uma a uma de forma aleatória. A grande vantagem da técnica de FUE é não deixar cicatriz linear possibilitando o uso dos cabelos curtos, máquina 1. É conhecida como a técnica de transplante capilar sem cicatriz linear.

Isto ocorre porque os orifícios feitos para a remoção dos fios são extremamente pequenos, com 0.8 a 0.9 mm de diâmetro. Uma outra vantagem dessa técnica é que pode ser realizada nos pacientes que não possuem boa elasticidade na região doadora, o que impediria a realização de um microtransplante com a técnica de FUT. Também é a melhor indicação para o transplante de barba, pois se consegue retirar pelos da própria barba preservando as mesmas características pilosas da região.

Desvantagens da técnica FUE:

  • Os cabelos precisam ser raspados para conseguir-se introduzir o pequeno punch corretamente e extrair a unidade folicular "sem dano";

  • Maior índice de lesão das UF's, consequentemente uma maior perda de raízes;

  • Menor quantidade transplantada e maior tempo cirúrgico. Nesta técnica, como as unidades foliculares são retiradas uma a uma, o tempo cirúrgico é maior. O procedimento de FUE pode ser realizado em 1 ou 2 dias consecutivos de cirurgia.

Após a cirurgia

No final do procedimento se faz um curativo protetor com uma touca de lycra que é retirado cerca de 10 a 15 horas após a cirurgia, quando o você tem seus cabelos lavados com o shampoo anti-séptico, e recebe todas as orientações sobre os cuidados pós-operatórios.

Os fios transplantados irão cair após três ou quatro semanas, mas as raízes permanecerão no local que foram implantadas, gerando os novos fios , que aflorarão por volta do terceiro mês de pós - operatório, iniciando o crescimento. Nesta fase o resultado é ainda parcial. Com quatro meses já se observa uma melhora no volume, mas o resultado final só será pleno com 8 a 10 meses de pós-operatório. Como são cabelos naturais, eles podem ser penteados sem a necessidade de qualquer cuidado adicional.

As Etapas de um Transplante Capilar pela técnica FUT

Anestesia

A anestesia utilizada nessa cirurgia é do tipo local com leve sedação endovenosa. Ou seja, a anestesia é local, mas para que o paciente não sinta dor no momento da anestesia e fique tranquilo durante o procedimento, utilizamos um leve sedativo por via endovenosa. Todo o ato cirúrgico é monitorizado por aparelhos de última geração.

Posição do Paciente

Você fica confortavelmente deitado, com as costas na cama cirúrgica, olhando para o teto da sala. Em seguida coloca-se a cabeceira da cama inclinada em 45° (posição semi-sentada). Gira-se levemente a sua cabeça para o lado direito e retira-se a 1ª metade da faixa de couro cabeludo doador. É dessa hemi-elipse que serão retirados as primeiras unidades foliculares para serem transplantados na região calva (área receptora). As bordas são aproximadas pela técnica da sutura tricofítica. Para a realização dessa técnica, se retira uma fina camada de pele (2mm), superficial sem atingir as raízes da borda inferior ou superior da ferida cirúrgica. Após a aproximação das bordas, o afloramento dos fios se fará através da cicatriz resultante, camuflando-a e permitindo que o paciente opte por um corte de cabelo curto sem a visualização da mesma.

Confecção das Unidades Foliculares

6 técnicas especializadas em microscopia, executam a tarefa de separar as unidades Foliculares da elipse doadora através de moderníssimos microscópios tridimensionais de última geração, dividindo-a em fragmentos cada vez menores até a obtenção das unidades foliculares (técnica FUT).

Colocação das Unidades Foliculares

A etapa seguinte é o transplante propriamente dito das unidades foliculares para a área receptora (calva). Essa enxertia se faz com o auxilio de agulhas e laminas micro cirúrgicas especiais, realizando-se incisões puntiformes (de 0.7, 0.8, 0.9, e 1.0 mm) para colocação dos enxertos ( unidades foliculares ). Essas incisões não são aleatórias. Elas obedecem a uma lógica estética que varia de acordo com a direção e angulação dos fios remanescentes, alem do espaçamento e número de fios por unidade Folicular para cada zona calva especifica. É um processo igualmente trabalhoso e artesanal.

Pode-se fazer uso dos "IMPLANTERS" para a colocacao das raízes na área calva. Esses dispositivos, semelhantes à uma caneta, possuem um sistema de mola e uma agulha na ponta de 0.8mm de diâmetro para as unidades foliculares de 1 e 2 fios ou 1.0mm de diâmetro para as de 3 e 4 fios. Estas agulhas possuem uma abertura central que possibilita o posicionamento da unidade folicular em seu interior. Ao introduzir a agulha na área calva e apertar a ponta oposta do implanter, a unidade folicular é automaticamente implantada. A principal característica desta técnica de colocação é que o bulbo ou raíz dos fios não é tocado, o que reduz o trauma e aumenta a chance de crescimento destes fios.

Na zona anterior (aproximadamente 2 cm) são colocadas de 1200 a 1500 unidades foliculares em incisões que variam de 0,8 a 1.0 mm de largura, nas quais são implantadas as unidades de 1 e 2 fios. Estas incisões, que podem ser sagitais ou coronais, possuem uma angulação de 15 a 20º, para propiciar o crescimento destes cabelos direcionados para frente, para o lado ou até para trás, seguindo a direção dos remanescentes. Em casos de calvície avançada com a pele glabra e sem aparecimento de fios remanescentes, podemos criar a direção desejada e assim impor a nossa arte e técnica na cirurgia, seguindo sempre essa ordem, ou seja, por mais que a técnica avance, a arte é fundamental.

Se você apresentar graus menores de perda capilar, poderemos fazer uma enxertia das UF's nos espaços entre os fios, sem dano para os fios remanescentes. Isto é possível, pois usamos lupas especiais de grande aumento.

Em seguida são transplantadas as unidades foliculares de 2 e 3 fios na região intermediária. O número varia dependendo da quantidade de fios obtidos na primeira metade da faixa doadora.

Colocação das Unidades Foliculares

Após a enxertia das unidades foliculares da 1ª metade da elipse doadora, inclina-se levemente a sua cabeça para o lado oposto e retira-se a 2ª metade da elipse. Segue-se a mesma rotina, com a entrega dessa 2ª metade para as especialistas em Microscopia a fim de realizarem a confecção das unidades foliculares provindas dessa 2ª metade, enquanto o cirurgião faz a síntese da área doadora com a sutura tricofítica. Em seguida, reinicia-se a enxertia das unidades na região intermediária. A terceira região a ser tratada é o vertex, também chamado de “coroa”. O direcionamento dos fios desta parte do couro cabeludo faz um “redemoinho” que deve ser mantido. Nos casos com graus avançados de calvície, sem fios pré-existentes, refaz-se este desenho até a conclusão da cirurgia.

Revisão da Cirurgia

Ao final da cirurgia, a área transplantada é lavada com soro fisiológico e os enxertos são revisados. É importante frisar que, nas calvícies maiores (grau V, VI e VII), é comum a necessidade de dois a três tempos cirúrgicos para a restauração de toda a área calva.

Você permanece no hospital por 4 a 6 horas e em seguida, se for de sua preferência, vai para casa com um curativo leve ( touca de lycra - semelhante a touca de banho ) que é retirado no dia seguinte na Clínica Fernando Basto e o couro cabeludo lavado, momento em que a enfermeira ensina-o como deve proceder para higienizar os cabelos em sua casa.

As Etapas de um Transplante Capilar pela técnica FUe

Preparação

Primeiro, é importante mencionar que na realização da técnica de FUE os cabelos da região doadora precisam ser raspados para conseguirmos introduzir o pequeno punch de alguns milímetros corretamente e extrair-se a unidade folicular sem dano. Casos que exigem um menor número de unidades foliculares permitem que a raspagem seja somente parcial.

Todos os folículos de 1 a 4 fios são removidos da área doadora um a um de forma aleatória. A grande vantagem da técnica de FUE é não deixar marcas na região posterior, possibilitando o uso dos cabelos bem curtos e até raspados. É conhecida como a técnica de transplante capilar sem cicatriz linear!

Isto ocorre pois os orifícios feitos para a remoção dos fios são extremamente pequenos, com 0.8 a 0.9mm de diâmetro. Quando os orifícios cicatrizam, eles fecham sem deixar sinal. Outra vantagem é esta técnica poder ser realizada nos casos que não possuem boa elasticidade na região doadora, o que impediria a realização de uma mega sessão com a técnica de FUT ( Transplante de Unidades Foliculares com extração de uma faixa de couro cabeludo ). Também é a melhor indicação para o transplante de barba, pois conseguimos retirar pêlos da própria barba preservando as mesmas características pilosas da região quando necessitamos de poucas unidades foliculares, ou podemos também obter pêlos do couro cabeludo para serem transplantados na barba.

Nesta técnica, como as unidades foliculares são retiradas uma a uma, o tempo cirúrgico é maior. Em uma mega sessão de 2000 a 3000 ufs são necessários 2 dias consecutivos de cirurgia. São retiradas e transplantadas 1000 a 1500 unidades em cada dia, em 6 a 7 horas. Em casos de correções de áreas menores, que necessitam de menos unidades foliculares, a cirurgia é realizada em um só dia.

Colocação das Unidades Foliculares

Para a colocação dos fios são utilizados os chamados "IMPLANTERS", dispositivos semelhantes á uma caneta com um sistema de mola e uma agulha na ponta de 0.8mm de diâmetro para as unidades foliculares de 1 e 2 fios ou 1.0mm de diâmetro para as de 3 e 4 fios. Estas agulhas possuem uma abertura central que possibilita o posicionamento da unidade folicular em seu interior. Ao introduzir a agulha na área calva e apertar a ponta oposta do implanter, a unidade folicular é automaticamente implantada.

A principal característica desta técnica de colocação é que o bulbo ou raíz dos fios não é tocado, somente a superfície da unidade folicular, o que reduz o trauma e aumenta a chance de crescimento destes fios. A outra vantagem do uso das agulhas é a concentração alta que se consegue, pois os orifícios produzidos são de 0.8mm a no máximo 1.0mm de diâmetro. O resultado desta técnica é um transplante capilar extremamente natural e com alta densidade!

Desvantagens da técnica FUE:

  • É uma cirurgia minimamente invasiva, onde a anestesia é local com sedação via oral, sem necessidade de internação. O pós-operatório é mais tranquilo que na técnica de FUT, menos doloroso, com recuperação mais rápida da área doadora, mas também exige cuidados orientados pelo médico.

  • É indicada para todos os casos de calvície.

  • O crescimento dos fios transplantados ocorrerá após 3 a 4 meses da cirurgia como na técnica convencional.

Mega ou Giga-Sessão

É o máximo de unidades foliculares que podem ser transplantadas em uma única sessão, sem seqüelas para a área doadora do paciente. Nessas sessões alargadas podem ser transplantados de 3.000 a 5.000 unidades foliculares, o que corresponde de 7 a 12 mil raízes. Esse total depende diretamente da densidade (percentual de unidades foliculares por cm²) e da elasticidade da área doadora do paciente.

Porém, para se realizar uma Mega/Giga-sessão que tem duração média de 6 a 7 horas, necessita-se de uma equipe numerosa e treinada

Em nossa prática diária 9 profissionais participam da cirurgia. Enquanto cirurgião e assistente removem a área doadora, assistentes altamente treinados em Microscopia, se ocupam da confecção e preservação das unidades foliculares. Após o fechamento da área doadora, o cirurgião inicia a enxertia das unidades com auxilio de duas assistentes.

Com este procedimento, dinâmico e preciso, diminuímos o tempo cirúrgico e o desconforto do paciente, aumentando a taxa de sobre-vida dos enxertos e integração dos mesmos, que hoje chega a 100%.

Resultados

O objetivo da CLÍNICA FERNANDO BASTO é de oferecer resultados cada vez mais naturais e estéticos e para isso muitos detalhes são seguidos rigorosamente, porém o maior deles continua sendo o desenho da Linha Anterior, ou seja, as primeiras linhas da frente, aquelas que serão mais observadas num primeiro olhar. E como oferecer esta Linha Anterior absolutamente natural, que não possa ser detectado por ninguém em nenhuma circunstancia?

Nossa resposta é simples: tentando imitar ao máximo a natureza, ou seja, criando uma Linha Anterior exatamente igual ao de uma pessoa não calva, com a técnica da Linha Anterior Irregular, desenvolvida por Dr. Fernando Basto.

Para isso, muitos cuidados devem ser tomados, tais como:

  • Criação da linha irregular de densidade progressiva (técnica de Dr. Basto); Conheça a técnica
  • Utilização criteriosa de unidades foliculares de 1 a 2 fios nas primeiras linhas;
  • Desenho da linha irregular adequado para cada caso;
  • Contudo, isso não é suficiente, já que para atingir um resultado absolutamente natural, devemos imitar aquela penugem existente naturalmente e que antecede as primeiras linhas da frente. Para isso, necessitamos de cabelos muito finos. Utilizando microscópios de alta potência, conseguimos isolar essas unidades foliculares: “Ultrafine Single Hair”. Elas são transplantadas à frente das demais, de forma irregular para dar sofisticação e perfeição aos resultados (enxertos satélites). O que Dr. Basto denomina de enxertia fina e bizarra.

A precisão dessas tarefas, somadas ao desafio de obter uma aparência estética e mais natural, é que conferem à cirurgia de mega e giga-transplante, realizada pela Clínica Fernando Basto, o status da arte.

Transplante de Barba

O transplantes de barba pode mudar radicalmente sua aparência com relativa facilidade. Bastam poucas raízes para mudar o visual de uma barba rala ou com "falhas".
Não há nada mais masculino do que uma barba cheia e, francamente, é mais fácil de conseguir isso com um transplante capilar do que encher de cabelo uma calvície avançada.
Saiba sobre os prós e contras do transplante de barba neste informativo da CLÍNICA FERNANDO BASTO!

Você já deve ter ouvido falar sobre a cirurgia do transplante de barba ao longo dos últimos anos. Com as modernas técnicas para a restauração capilar, o número de homens que procuram fazer esse procedimento vem crescendo exponencialmente, Isso porque os resultados são extremamente naturais.

O transplante de barba é realizado de forma semelhante ao transplante de cabelo. O paciente sente-se realizado por ter uma barba completa e volumosa e com o novo visual, aumenta a autoestima tornando-se mais seguro com a imagem masculina reforçada.

Se você tem uma barba "ralinha", com "falhas" ou praticamente ausente, deve está pensando como fazer para reverter o caso. A cirurgia do transplante de cabelo na barba é a melhor solução para esse tipo de problema. Provavelmente você deve está curioso para saber como esse procedimento é realizado, e a verdade é que o transplante de barba não é muito diferente do transplante de cabelo para tratar a calvície.

Restaurção Capilar

O cabelo usado para preencher a barba é retirado da nuca ou das laterais da cabeça. Sabemos que o cabelo que cresce nestas partes do couro cabeludo está programado para ser permanente, daí por que ele é usado para ambos os transplantes de cabelo e da barba.

O pós operatório do transplante de barba é mínimo. Independente do método usado para colher as unidades foliculares ( FUE ou FUT ), são necessários apenas dois a três dias para voltar a atividade laboral.

A principal razão para a maioria dos homens querer fazer um transplante de barba é porque eles não sentem-se felizes com o volume e distribuição de seu pelo facial. Isso afeta a auto-estima, induzindo a insegurança pessoal e profissional.

Arte e Ciência

A cirurgia de transplante capilar é a perfeita união da arte com a ciência. Por mais que a ciência avance, a arte é fundamental! É um procedimento extremamente complexo e requer experiência profissional, apurado senso estético e tecnologia de ponta. O médico especialista em restauração capilar (preferencialmente cirurgião plástico), necessita de vários anos de experiência e prática para atingir a excelência nos resultados.

Todo cuidado é pouco

Recebemos diariamente em nossa clínica vários casos mal operados, com sequelas muitas vezes irreparáveis, causadas por cirurgias mal conduzidas. Vale ressaltar que a fonte doadora de cabelo é finita e esgotável. Assim, muitas vezes nos deparamos com casos insolúveis pela exaustão da área doadora.

A Clínica FERNANDO BASTO repudia profissionais NÃO HABILITADOS e promessas de cursos de "MEDICINA ESTÉTICA" ( especialidade não reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina ), ministrados por "profissionais" duvidosos e com duração de 2 a 3 dias, sem a menor capacidade para formar verdadeiros especialistas.

Dr. Fernando Basto, cirurgião plástico, membro especialista e titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica; membro fundador da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Restauração Capilar; membro da International Society of Hair Restoration Surgery; membro diplomado pela American Board of Hair Restoration Surgery; 35 anos de experiência em cirurgia plástica e 26 anos de experiência em transplante de cabelo, com mais de sete mil pacientes operados, e, em decorrência disso, referência no Brasil e no exterior, sente-se na obrigação de alertar os pacientes na escolha do cirurgião.
Pesquise, conheça alguns resultados e sinta a confiança necessária para se entregar ao profissional que deverá restabelecer a sua autoestima. JAMAIS, sob hipótese alguma, submeta-se a quaisquer procedimentos médicos conduzidos por **não médicos**.

A cirurgia da calvície bem feita oferece resultados absolutamente naturais, imperceptíveis aos nossos olhos, o que faz você conversar com muitos pacientes operados e não perceber que fizeram o procedimento.
Mas, em mãos inábeis, o seu sonho de uma vasta e natural cabeleira pode se tornar um pesadelo se a escolha do profissional não for correta.

Pesquise! Veja se o cirurgião faz parte da International Society of Hair Restoration Surgery (ISHRS) (www.ishrs.org); da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP); da sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) ou da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar (ABCRC).